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Belo Horizonte

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Por Ricardo Freire

Belo Horizonte está onde nunca esteve. No suplemento de viagens do New York Times, por exemplo: nos últimos anos, Beagá foi a estrela da edição, em dois momentos. Uma vez de carona com o Instituto Inhotim, um dos centros culturais mais badalados do mundo, na vizinha Brumadinho; outra vez por conta dos seus botecos. Cidadã do mundo, sem perder a mineirice.

A verdade é que Belo Horizonte já nasceu moderna. Foi a primeira cidade brasileira planejada, na virada do século 19 para o 20. Cresceu quieta – tornou-se metrópole mantendo a imagem de clube da esquina.

As montanhas que circundam a cidade guardam tesouros naturais e artísticos. Reservas ambientais, estâncias serranas e a mais bela coleção de cidades históricas do país estão a dois passos da capital.

O que fazer em Belo Horizonte

O circuito básico de Belo Horizonte inclui visitas à Praça da Liberdade, ao Museu de Artes e Ofícios, ao Mercado Central e, evidentemente, ao complexo da Pampulha, onde primeiro se manifestou o gênio de Oscar Niemeyer.

Em Brumadinho (60 km a oeste), o celebrado Instituto Inhotim expõe arte contemporânea brasileira em uma dezena de galerias. Há um ônibus que sai da plataforma F2 da Rodoviária de Belo Horizonte aos sábados, domingos e feriados, sempre às 9h.

Sabará (25 km a Leste) é a cidade histórica mais próxima. Ouro Preto fica a 110 km na direção Sul e pode ser visitada como bate-volta – mas, a exemplo de Tiradentes (200 km ao Sul) e Diamantina (300 km ao Norte), merece ao menos um pernoite.

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