Se o seu companheiro de viagem é um cão ou gato, não se preocupe. Ele pode voar pertinho de você, na cabine de passageiros.

Quem pode

  • Cães e gatos em todos os voos domésticos e internacionais operados pela GOL.
  • A partir dos quatro (4) meses de idade.
  • Com peso máximo de 10 kg, incluindo a caixa de transporte (kennel).

O que precisa - caixa de transporte (kennel)

  • Podem ser usados dois tipos de caixas de transporte, que devem ser resistentes a vazamentos:

Kennel rígido

altura: 22 cm

largura: 32 cm

profundidade: 43 cm

Kennel flexível

altura: 24 cm

largura: 32 cm

profundidade: 43 cm

  • O kennel precisa ter espaço suficiente para o animal se mover, mudar de posição, dar a volta em torno de si, tombar para o lado, de forma que fique confortável. Além disso, o kennel deve ter abertura para circulação de ar.
  • O pet deverá permanecer dentro da caixa de transporte na sala de embarque, durante o voo e na sala de desembarque.
  • O pet não poderá ser transportado nas fileiras que contenham saída de emergência.
  • Kennel de tecido permeável, madeira ou palha não será aceito.
  • A GOL se reserva no direito de recusar embarque de animais em Kennel que possa causar risco ao voo.
  • Alguns países possuem período de restrição e/ou exigências de vacinas sazonais para o transporte de animais, consulte o Consulado e Autoridades Sanitárias do país de destino, antes de sua viagem.

Como levar

  • O passageiro deve se apresentar para o check-in com o pet 2 horas antes do embarque para voos nacionais e 3 horas para voos internacionais.
  • O pet deve ser mantido dentro da caixa de transporte na sala de embarque, durante todo o voo e na sala de desembarque.
  • No voo, o kennel deverá ser acomodado abaixo do assento da poltrona a sua frente o tempo todo. Isso garante a segurança de seu pet e uma viagem mais agradável.
  • Há um limite de um pet por passageiro, e no máximo quatro pets por voo. Eles precisarão ser acomodados um por fileira.

O que não pode

  • O kennel + pet não podem ter peso superior a 10 kg.
  • Embarcar o pet com passageiro que for menor desacompanhado, cadeirante ou que tiver criança no colo, por motivos de segurança.

Como solicitar o serviço

  • A solicitação do serviço deve ser feita após a emissão de sua passagem ou com pelo menos 3 horas de antecedência para voos nacionais e 24h de antecedência para voos internacionais mediante disponibilidade.
  • Entrando em contato com a GOL através da central de atendimento, pelo telefone 0300 101 2001, de segunda a sexta. Das 6h às 20h, ou aos sábados e domingos, pelos telefones 0300 115 2121, 0800 704 0465 ou Pelo e-mail crc.cargas@voegol.com.br
  • Para bilhetes comprados no Brasil com destinos nacionais e internacionais o valor adicional cobrado é de R$ 200 por trecho.
  • Para bilhetes comprados em países fora do Brasil com destinos nacionais e internacionais entre em contato com o SAC de seu país de origem nos contatos abaixo.
  • Serviço sujeito à disponibilidade.

SAC

  • Argentina: 0810 266 3131
  • Bolívia: 800 12 2201
  • Chile: 800 39 5231 
  • Paraguai: 595 21 454 777
  • Peru: 0800 55671
  • República Dominicana:1 888 751 9004
  • Uruguai: 000 4019 0895

O que precisa – Documentação para voos nacionais com origem e destino no Brasil

Documentação voo nacionalDescriçãoValidade
Atestado SanitárioO atestado deve constar que o animal está em boas condições de saúdeVálido por 10 dias após a data da emissão
Carteira de VacinaçãoCarteira de vacinação incluindo a vacina antirrábica com o nome do laboratório produtor, o tipo de vacina e o número da ampola utilizadaDeve ter sido aplicada há mais de 30 dias e menos de 1 ano

*Viagens para Fernando de Noronha - Necessário solicitar autorização prévia à Administração do Arquipélago de Fernando de Noronha – DECRETO DISTRITAL Nº 019/2004, expedida pela Secretaria de Meio Ambiente e Turismo de Fernando de Noronha pelo telefone (81) 3619 - 0810;

**Viagens para Carajás - Necessário solicitar autorização do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio no endereço: Escritório do ICMBio em Parauapebas. Rua J, 202 Bairro União. Parauapebas-PA. CEP 68515-000 e enviar os documentos originais: identificação oficial com foto do titular da passagem aérea, atestado de saúde do animal, emitido por veterinário, carteira de vacinação do animal.

O que precisa – Documentação para voos internacionais

Documentação voo internacionalDescriçãoValidade
Atestado SanitárioO atestado deve constar que o animal está em boas condições de saúdeDeve ser emitido 10 dias* antes da data de embarque
Carteira de VacinaçãoCarteira de vacinação incluindo a vacina antirrábica. Esta vacina é obrigatória para animais a partir do 4º mês de idade.Deve ter sido aplicada há mais de 30 dias e menos de 1 ano
Certificado Veterinário Internacional (CVI)Certificado emitido para voo internacionalVálido por 60 dias contados a partir da emissão

* Exceto Suriname que é necessário ser emitido 5 dias antes da data de embarque.

Alguns países impõem outras exigências específicas para permitir o ingresso de animais de companhia em seus territórios. Veja abaixo mais informações de cada país:

Na Argentina, só é possível entrar com um pet sem autorização prévia do governo quando os animais cumprem os requisitos especificados no quadro acima e não provenham da África ou da Ásia (esses precisarão de autorização prévia, exceto no caso do Japão)

Se a autoridade argentina identificar que algum o animal é portador de enfermidades, poderá reenviar o animal para o seu país de origem, castrá-lo, sacrificá-lo e/ou submetê-lo a qualquer outra medida sanitária que a Argentina entenda necessária.

O procedimento para a emissão do CVI deve ser aquele previsto nas normativas do Mercosul e dos países de destino.

A responsabilidade pelo cumprimento da legislação argentina é do passageiro, que deve contatar previamente a SENASA, da Argentina, (www.senasa.gob.ar), bem como os Consulados dos países de destino da viagem, inclusive, sobre a necessidade de legalizar os documentos necessários para embarque.

Na Bolívia, só é possível entrar com um pet, cumprindo com os requisitos especificados no quadro acima.

O procedimento para a emissão do CVI deve ser aquele previsto nas normativas do país de destino.

O procedimento para a emissão do CVI deve ser aquele previsto nas normativas do país de destino. A responsabilidade pelo cumprimento da legislação boliviana é do passageiro, que deve contatar previamente os Consulados dos países de destino da viagem, inclusive, sobre a necessidade de legalizar os documentos necessários para embarque.

No Chile, só é possível entrar com um pet, cumprindo com os requisitos especificados no quadro acima.

O procedimento para a emissão do CVI deve ser aquele previsto nas normativas do país de destino.

No Paraguai, só é possível entrar com um pet, cumprindo com os requisitos especificados no quadro acima.

O procedimento para a emissão do CVI deve ser aquele previsto nas normativas do Mercosul e do país de destino.

A responsabilidade pelo cumprimento da legislação paraguaia é do passageiro, que deve contatar previamente a SENACSA, do Paraguai, (www.senacsa.gov.py), bem como os Consulados dos países de destino da viagem, inclusive, sobre a necessidade de legalizar os documentos necessários para embarque.

No Uruguai, só é possível entrar com um pet, cumprindo com os requisitos especificados no quadro acima e certificado de saúde, contendo os seguintes requisitos:

I - O animal deve estar livre de sintomas, doenças infecciosas e parasitárias;

II - Desparasitação interna e externa, onde conste a validade e produto aplicado no animal;

III - Vacina antirrábica vigente, com informações sobre a data de vacinação, tipo, série e marca da vacina;

IV - Em caso de cachorros, deverá haver comprovação de tratamento contra tênia echinococcus, com medicação que contenha o princípio ativo praziquantel, dentro de um período compreendido entre 72 horas e 30 dias, antes do ingresso.

O Uruguai não aceita animais que tenham sido previamente diagnosticados com Leishmaniose.

O procedimento para a emissão do CVI deve ser aquele previsto nas normativas do Mercosul e do país de destino.

A responsabilidade pelo cumprimento da legislação uruguaia é do passageiro, que deve contatar previamente o Ministério De Ganaderia, Agricultura y Pesca do Uruguai (www.mgap.gub.uy), bem como os consulados dos países de destino da viagem, inclusive, sobre a necessidade de legalizar os documentos necessários para embarque.

Na República Dominicana, só é possível entrar com um pet, cumprindo com os requisitos especificados no quadro acima.

O procedimento para a emissão do CVI deve ser aquele previsto nas normativas do país de destino.

A responsabilidade pelo cumprimento da legislação da República Dominicana é do passageiro, que deve contatar previamente os consulados dos países de destino da viagem, inclusive, sobre a necessidade de legalizar os documentos necessários para embarque.

No Suriname, só é possível entrar com um pet, cumprindo com os requisitos especificados no quadro acima.

O procedimento para a emissão do CVI deve ser aquele previsto nas normativas do país de destino.

A responsabilidade pelo cumprimento da legislação do Suriname é do passageiro, que deve contatar previamente os Consulados dos países de destino da viagem, inclusive, sobre a necessidade de legalizar os documentos necessários para embarque.

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